Não espero mais nada da vida. Não quero mais uma taça de vinho, não quero mais nenhuma noite de amor. O que eu quero agora é deitar e dormir. A única coisa que espero desse dia agora. Por que doeu como o inferno, quando eu acordei essa manhã. A cabeça girando e girando. Ainda não me conformo, quando passo a língua nos dentes e sinto os cantos ásperos, as bordas irregulares. Não me conformo.
Até que ponto eu cheguei? Como deixei isso acontecer? O que aconteceu? Eu caí. E agora eu não quero mais. Não quero mais nada além de deitar e dormir. O chamado sono dos justos não vai chegar pra mim. O maldito sono dos justos. O sono que vai deixar a carga mais leve. Vai deixar o caminho mais confortável.
Só sei que esse é meu último pensamento sensato. O último suspiro de uma mente que acaba de matar a própria sanidade
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
Vicious Damnation
I can't say what is this. That fill that blank space in my heart. But I want it. Even when it leave me away, more empty than before. This sensation that makes me complete for five minutes, and then makes me completely empty. I just can't understand. How can someone be so self-destructable? How can someone make such mistakes in a row? Am I going mad? I don't want to think about it. I just want to think about those three. So gorgeous, in many ways. The first isn't so beautiful, but turns me on a frenzy. The second is a desire, a prize for insistence. The third, the completely unknown, from a distant land that maybe I'll not see anymore. I'll be very happy if I don't see anyone tonight. And why? Because I know this was a massive mistake. This was unproud, unthinked. This was dangerous. This was good.
I was listening to them, but now. What I remember now? Was it a dream? Was it a delusion? Yes, that was the only thing. That was just a dream. Just a great delusion, nothing more. I will be glad if this delusion just vanish. I don't want to remember. And that's why I drink. To don't remember. To be powerful. To be good. I just want everyone to forgive me. Because I want to be good. And I drink. Today I'll not drink. Tonight I'll remember everything. Today will be different. I'll remember. I'll be conscious. Today I'll get rid of that vicious damnation. Or maybe die trying.
I was listening to them, but now. What I remember now? Was it a dream? Was it a delusion? Yes, that was the only thing. That was just a dream. Just a great delusion, nothing more. I will be glad if this delusion just vanish. I don't want to remember. And that's why I drink. To don't remember. To be powerful. To be good. I just want everyone to forgive me. Because I want to be good. And I drink. Today I'll not drink. Tonight I'll remember everything. Today will be different. I'll remember. I'll be conscious. Today I'll get rid of that vicious damnation. Or maybe die trying.
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
Vamos pular Carnaval
Carnaval...
Carnavale... os prazeres da carne
O Carnaval é uma festa mundial... os dois maiores Carnavais são os de Veneza, na Itália, e o da Bahia, no Brasil... Mas o que é Carnaval?
Carnaval é a festa que os gregos comemoravam para o deus Dionísio, o deus do vinho, da festa, da bebedeira... Em Roma, Dionísio ganhou outro nome, Baco, e essas festas eram chamadas de Bacanais... Que não é diferente do que o Carnaval representa hoje.
Já se foi o tempo em que o Carnaval era uma festa pela alegria, pelo bom espírito de vida, pelos verdadeiros valores que se comemoravam com muita folia e diversão. Hoje o que se vê nas ruas de Salvador é um espetáculo de bebedeira, gente caindo desmaiada pelo chão, artistas, companhias faturando milhões nas custas do povo. No Rio e em São Paulo a festa é até pior.
Esses desfiles que antes eram apenas uma mostra de criatividade, hoje se tornaram uma corrida louca por prêmios vãos, uma disputa, tanto entre agremiações, dentro do "sambódromo", quanto entre torcidas, um espetáculo ainda mais sórdido.
E quem financia isso? O Povo, otário de só, que só pensa mesmo é em competição, que só quer saber de beber até cair enquanto os gângsteres da "Mancha Verde" e os bandidos da "Gaviões da Fiel" caem mortos no chão. Qual o sentido dessa disputa? Incentivo a um Carnaval mais bonito? Pra mim, não passa de pura babaquice dos donos, ansiosos em se creditarem "os melhores".
Mas o povo brasileiro mostra com o Carnaval exatamente o que mostra com o BBB9. A capacidade que um bando de desocupados têm, em gastar dinheiro e tempo para observar outros desocupados que estão ganhando a custa daqueles que os observam, apenas para justificar o que eles chamam de "entretenimento". Depois de dito isso eu estou pronto para pular Carnaval!
Carnavale... os prazeres da carne
O Carnaval é uma festa mundial... os dois maiores Carnavais são os de Veneza, na Itália, e o da Bahia, no Brasil... Mas o que é Carnaval?
Carnaval é a festa que os gregos comemoravam para o deus Dionísio, o deus do vinho, da festa, da bebedeira... Em Roma, Dionísio ganhou outro nome, Baco, e essas festas eram chamadas de Bacanais... Que não é diferente do que o Carnaval representa hoje.
Já se foi o tempo em que o Carnaval era uma festa pela alegria, pelo bom espírito de vida, pelos verdadeiros valores que se comemoravam com muita folia e diversão. Hoje o que se vê nas ruas de Salvador é um espetáculo de bebedeira, gente caindo desmaiada pelo chão, artistas, companhias faturando milhões nas custas do povo. No Rio e em São Paulo a festa é até pior.
Esses desfiles que antes eram apenas uma mostra de criatividade, hoje se tornaram uma corrida louca por prêmios vãos, uma disputa, tanto entre agremiações, dentro do "sambódromo", quanto entre torcidas, um espetáculo ainda mais sórdido.
E quem financia isso? O Povo, otário de só, que só pensa mesmo é em competição, que só quer saber de beber até cair enquanto os gângsteres da "Mancha Verde" e os bandidos da "Gaviões da Fiel" caem mortos no chão. Qual o sentido dessa disputa? Incentivo a um Carnaval mais bonito? Pra mim, não passa de pura babaquice dos donos, ansiosos em se creditarem "os melhores".
Mas o povo brasileiro mostra com o Carnaval exatamente o que mostra com o BBB9. A capacidade que um bando de desocupados têm, em gastar dinheiro e tempo para observar outros desocupados que estão ganhando a custa daqueles que os observam, apenas para justificar o que eles chamam de "entretenimento". Depois de dito isso eu estou pronto para pular Carnaval!
sábado, 14 de fevereiro de 2009
Post Mortem
e para ti, fica minha alma e minha
vida
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Aqui ponho o meu testamento, para que se assente que estou em plena posse das minhas faculdades mentais é que estão junto comigo o Ódio e o Amor de testemunhas deste testamento. Como meus últimos desejos, posso citar que tenham uma boa vida, que saibam viver, e que saibam morrer em meio a noite, para renascer de manhã, na aurora de um novo dia.
Façam o bem aos seus companheiros. Se souberem dizer sim, então ouvirão muitos sins, mas se apenas souberem dizer não, tudo lhes será negado. Para meu filho mais velho deixo uma bengala, para que se acostume com o peso da idade que se avança. Para meu filho do meio, deixo minhas ferramentas. Que execute bem seja qual for o trabalho, esse é o desejo de seu velho pai. Para o meu filho mais novo deixo o livro. Não qualquer livro, mais ele saberá qual é. Que se lembre de cada palavra desse livro, e nunca viva como seu pai viveu.
E para ti, que lê está cartá PostMortem, esse documento tão fúnebre, essa sentença que se aplaca sobre o peito de um que não lhe diz qualquer respeito. Para ti, eu deixo o segredo da minha vida. É para ti que vai a minha alma, a minha vida, e o meu coração. Faça bom uso deles.
Com essas poucas palavras lhes dou meu solene adeus! Nunca mais me verão, uma vez que este que vos escreve foi morto, esquartejado, e cremado. Como desejaria outro destino para minhas cinzas, mas que seja então, no alto da colina da árvore solitária. Não me visitem. Não lembrem de mim. Não tentem desenterrar velhas rixas. Apenas pegem o que é seu, e me deixem descansar em paz.
Adeus!
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sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
Posses e Detentores
Não... não me diga que meu coração é realmente
meu... isso acabaria comigo
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Tens algo precioso na tua mão
Te peço que cuide e o chame de seu
Pois hoje eu te entrego meu coração
Pois nunca mais eu o chamarei de meu
És dona, em fato, de algo que estava comigo
Não posso mais crer que nunca fui o detentor
Desse coração de irmão e de amigo
Que antes de te ver não distinguia o que era amor
Pudera algo tão doce como a sensação que agora tenho
Pudesse ser retribuída com algo que talvez detenho
Seria tão regozijada, tão bela retribuição
Que talvez em outro tempo, me dê a sua vida
Como te dei a minha, sem parte nem medida
E possa eu também deter teu coração
What were I thinking about??
sábado, 7 de fevereiro de 2009
Defesas
Fechem todas as portas e janelas, selem-as com tábuas e não deixem sequer o
vento entrar, pois o que acontecerá a seguir será horrível
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Vê! Esse é o nosso destino. Sermos um estranho do outro. Vamos acabar em ruas que se entrecortam, em casas separadas a metros de distância, mas não trocaremos nenhuma palavra. E por que? Por causa da sua incrível necessidade de se defender de minhas investidas. Eu devo dizer que me sinto muito impressionado. Quero dizer. Seria muito mais fácil para você me deixar entrar em suas defesas para depois me esmagar dentro de você. Mas não, você se recusa a me deixar entrar. E por que? Seria pela falta de ataque? Ou seria para não me atacar? De uma forma ou de outra eu preciso saber o que há dentro de você, o que atrás dessas muralhas que você ergue contra mim. Abra-se para mim
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