segunda-feira, 1 de junho de 2009

Amor e Anistia

Esse não era pra ser um post.. mas foi... isso não era pra ser divulgado... mas eu não consigo manter isso entre eu e eu mesmo.. Eu preciso que alguém saiba... eu preciso que você entenda.... eu preciso voltar pra onde eu nunca devia ter saído.... esses são os pensamentos de um exilado que deixou a pátria mãe por motivo de força maior, e que anseia em voltar quando tudo estiver calmo e quando a guerra tiver terminado. Esse é um pedido de anistia.

Dor

Não consigo mais aguentar... Tanto riso, tanta festa, tanta comédia, máscaras pra um ser deplorável. Faces mundanas para esconder o verdadeiro ser horrível, o choro, a angústia, a mágoa, o ódio e o sofrimento que habitam dentro de mim. Que me corroem e que me degradam. Vontade de deixar explodir. Vontade de deixar que tudo me leve até o estágio máximo ao qual pode me levar. Vontade de acabar com tudo. Mas não. Permaneço de cabeça erguida, tentando voltar ao lar. Por que eu quero a minha anistia.

Amor

Hoje eu posso dizer que tenho completa ciência do quão profunda é essa palavra. Mais do que qualquer outra, essa é uma palavra que se dita do modo que deve ser dita, não precisa de mais nenhuma acompanhando para dizer tudo o que precisa dizer. "Eu te amo" e só. É tudo o que precisa ser dito.

Por quê?

Me perguntaram por que eu ainda continuo tentando, esperando, me sujeitando a isso. Por quê? O por que é a mais simples das respostas. Amor. Puro, intenso, etéreo. Mais do que simplesmente capricho, menos do que idolatria cega, eu amo racionalmente. Eu amo por que decidi que esta seria a menina que ficaria comigo até eu envelhecer e até um dos dois morrerem. E eu farei de tudo (não dentro do possível e "nãomuitohumilhante" como eu diria mas de TUDO) pra que isso se torne realidade. Por quê? Amor.

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